Entre e senta-te confortavelmente. Abre o teu livro da vida e lê cada página do teu coração.
31 de março de 2010
30 de março de 2010
Finalmente!
(apesar da fotografia ter uma linguagem sensual não se passou o que esta representado, mas bem que se podia ter passado)
29 de março de 2010
Há coisas que...
Há coisas que acontecem na vida que não da para explicarHá coisas que acontecem hoje que não da para explicar
Há coisas que marcam para sempre
Há coisas que não da para esquecer
Há coisas que não são boas de pensar
Há coisas que se perde
Há coisas que se perde para sempre
Há coisas que nunca mais vamos ver
Há coisas que voltam para ficar
Há coisas que fogem
Há coisas que nunca mais queremos ver
Há coisas que nunca mais queremos ouvir
Há coisas que nunca mais queremos sentir
Há coisas que gostamos
Há coisas que detestamos
Há coisas que ficam guardadas com saudade
Há coisas que nunca ouvimos falar
Há coisas que ficam esquecidas
Há coisas que nunca mais voltam…
Dois lobos
«Um velho índio estava a falar com o seu neto e contava-lhe:"Sinto-me como se tivesse dois lobos lutando no meu coração. Um é um lobo irritado, violento e vingativo. O outro está cheio de amor e compaixão."
O neto perguntou:
"Avô, diga-me, qual dos dois ganhará a luta no seu coração?"
O avô respondeu:
"Aquele que eu alimente."»
28 de março de 2010
"Kazumbi, o Feitiço do Namibe"

"Esta é a história real de um fruto de amor em tempo de guerra.
Esta é a história fictícia do fruto da guerra em tempo de amor.
É o verso e o reverso... É KAZUMBI...
Marianika foi semeada no ventre materno, na Fazenda do Coroca, no Pinda, em Janeiro de 1961.
É a mais nova de seis filhas.
A distância entre ela e a mana a seguir deve-se ao nascimento de Martim, o irmão que faleceu com sete meses de idade.
Esta gravidez da mãe representa a esperança de trazer um rapaz à família.
Em Maio de 1961, o pai vê a família ameaçada e decide voltar a Portugal.
É no nordeste transmontano, na sua vila natal, que recomeça os negócios e vai ser aí que, a 5 de Outubro, Marianika se vai soltar do cordão umbilical."
Esta é a história fictícia do fruto da guerra em tempo de amor.
É o verso e o reverso... É KAZUMBI...
Marianika foi semeada no ventre materno, na Fazenda do Coroca, no Pinda, em Janeiro de 1961.
É a mais nova de seis filhas.
A distância entre ela e a mana a seguir deve-se ao nascimento de Martim, o irmão que faleceu com sete meses de idade.
Esta gravidez da mãe representa a esperança de trazer um rapaz à família.
Em Maio de 1961, o pai vê a família ameaçada e decide voltar a Portugal.
É no nordeste transmontano, na sua vila natal, que recomeça os negócios e vai ser aí que, a 5 de Outubro, Marianika se vai soltar do cordão umbilical."
Helena Maria Leote Silva Gonçalves
'Kazumbi'. «(...)significa magia, a capacidade de alterar o rumo das coisas»
'Kazumbi'. «(...)significa magia, a capacidade de alterar o rumo das coisas»
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